CAUTION KITES |
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Locais (já tradicionais) de Prática do Kitesurf

.....Ipanêma (Porto Alegre)
.....Varzinha
.....Tramandaí
.....Imbé
.....Capão da Canoa
.....Atlântida
.....Torres
.....Lagoa de Osório
.....Lagoa de Capão da Canoa
.....Lagoa de Bacopari
.....Balneário Gaivota
.....Laguna e região do Farol de Santa Marta
.....Praia do Sol até Imbituba
.....Ibiraquera
.....Florianópolis
.....Itapêma/SC
.....Todo o litoral do Brasil.....

Instrutores de Kite
- Comarú 51 8438-5810 - Atlântida
- Leandro Cardozo - 47 9914-0410 - Itapêma
- Luis Otávio - 51 8428-3770 - Varzinha
- Lúcio - 53-8115-4946 e 53-9969-3881 - Rio Grande
- Peterson - 48 9625-2678 - Laguna
- Rodrigo Xopim - 51-9971-3025 - Poa/RS
- Torero (Marcelo) 48 9982 3666 - Floripa

 

Previsões de tempo
WINDGURU
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Revistas de Kite
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Fabricantes de acessórios
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Star Lite Surfboards - Jaguaruna/SC
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Fóruns de Discussão
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Kitesurmania
30 Nós

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Vento Online (estações real-time)
Clube dos Jangadeiros em Porto Alegre

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Webcam em Kitebeach Maui

KITESURF


AULAS - COMO INICIAR NO ESPORTE

Para iniciar no esporte é fundamental que você faça um bom curso de kitesurf.
Dessa maneira você vai aprender o esporte com segurança sem colocar em risco sua integridade física e a dos outros.
Você pode usar o material de seu instrutor na primeira aula mas o ideal é ter seu próprio equipamento, aprendendo de foram rápida e eficiente. Não compre equipamento usado para aprender. Pode conter vícios ocultos.

Os cursos básicos têm em torno de 10 horas/aula e os iniciantes aprendem primeiro a controlar o kite na areia para depois cair na água. O ideal é aprender em uma lagoa ou mar sem onda, com ventos de até 18 nós.

Roteiro geral dos cursos de Kitesurf:

Geralmente um aluno sem nenhuma experiência anterior leva de 4 a 10 horas para aprender a velejar de kite com segurança.
Cada aluno tem um aprendizado diferente, dependendo de suas condições físicas e dos esportes que pratica ou já praticou.
Cada aluno pode fazer quantas horas achar necessário, sendo que o pagamento é feito diariamente, após contadas as horas de aula.·
O aluno irá fazer exercícios com kites de treino (pequenos) na areia, até ter um total domínio do kite, para então começar com os exercícios com kite já dentro da água. Após ter dominado completamente o kite, re-decolando-o quando ele cair e velejando apenas com o corpo (body drag), o aluno estará apto a iniciar os exercícios com a prancha.
Depois de aprender a dar o primeiro velejo, o aluno ainda deve aprender a controlar a velocidade, lidar com ondas e ventos fortes e orçar (aulas avançadas).
Os únicos pré-requisitos são saber nadar e se sentir à vontade em locais fundos no mar ou em lagoas.
Pessoas sem problemas de saúde de todas as idades e crianças a partir de 13 anos podem fazer cursos.


HISTÓRICO

KITESURF, KITEBOARDING ou simplesmente KITE é um esporte completo que utiliza uma pipa (kite)e uma prancha. A pessoa, com um kite preso à cintura, colocando-se em cima da prancha e sobre a agua, é impulsionada pelo vento. Ao controlá-lo, através de uma barra, consegue-se escolher o trajeto e realizar saltos incríveis. Este esporte, relativamente recente, encontra-se de momento com grande popularidade e uma prática crescente no Brasil e no mundo.
Mistura wakeboard, skate, snowboard, surf e windsurf. Tudo num só e completo esporte radical.
O Kitesurf foi inventado em1985 por dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoux.
O nome resulta da junção de duas palvras inglesas: Kite, que significa pipa (papagaio, pandorga) e Surf, do verbo inglês to surf, que significa navegar, surfar uma onda.

KITES INFLÁVEIS
São os mais utilizados. Possuem apenas uma superfície de tecido, talas infláveis que lhes mantém o perfil aerodinâmico estável, e um inflável principal que mantém o formato em arco, tornando-os insubmersíveis e fáceis de redecolar.
▪ Vantagens: Têm boa capacidade de orça. São bastante estáveis e possuem muita potência para saltar e manter o tempo de vôo (hangtime). Permitem que sejam usados em amplas faixas de vento (windrange).
Existem modelos de 4 e 5 linhas. Podem ficar longos periodos na água continuando aptos a redecolar.
▪ Desvantagens: As talas infláveis são frágeis, podendo furar ou estourar se não usados adequadamente.
Os kites infláveis são hoje sub-classificados em:
Kites "C" - possuem a forma clássica de um "C" e estão no mercaodo desde 2001. Embora tenham uma faixa de aceleração / desaceleração menor que a dos novos shapes desenvolvidos a patir de 2005 ainda são os preferidos dos atletas na competições.
Kites "flat" ou "bow" - possuem uma forma mais parecida com uma unha, ou seja, mais achatada. Basculam mais que os clássicos "C" e com isso são capazes de ampliar/diminuir sua área vélica em proporções maiores, aumentando ou reduzindo a potência mais facilmente. Foram introduzidos no mercado em 2005 e desde então têm conquistado um grande número de adeptos, principalmente no nível básico e intermediário de habilidades.
Kites "híbridos ou SLEs", com forma entre o "C" e o "flat", são os mais populares entre os fabricantes no momento sendo a tendência do esporte.

COMPONENTES DO KITE
- Barra - onde o velejador segura e executa o comando do kite. É a "direção".
- Leash - cabo de segurança para no caso de quda nágua, evitar a perda do kite.
- Bordo de Ataque- Parte frontal do kite, onde fica o inflável princip"al e entra o fluxo de ar.
- Bordo de Fuga - Parte traseira do kite, por onde sai o fluxo de ar.
- Cabrestos - Conjunto de linhas que compõe a estrutura de conexão do tecido às linhas de vôo e permite a manobrabilidade do kite de 2 linhas e alguns 5 linhas.
- Talas infláveis - Ajudam a dar forma ao perfil do kite e distribuem a tensão no tecido no sentido transversal
- Bexigas - Tubos de plástico que inflados dão rigidez à estrutura do kite (Talas).

TIPOS DE PRANCHAS

DIRECIONAIS OU WAVE
São semelhantes às pranchas de surf, podendo ter acabamento em resina epoxi e miolo em bloco de isopor ou poliuretano (mais resistentes) ou em resina poliester e miolo em bloco de poliuretano. Possuem duas alças para os pés e quilhas iguais às de surf.
▪ Vantagens: Em tamanho grande, possuem maior flutuação, o que facilita o uso em ventos mais fracos. Principalmente para orçar. São melhores para surfar as ondas. Como possuem bico e rabeta com quilhas, são as melhores para saltos mais altos.
▪ Desvantagens: Em ventos mais fortes, as maiores são mais difíceis de se cravar a borda na água para orçar. É preciso saber fazer o jibe.

BIDIRECIONAL OU TWIN TIP
São pranchas com acabamento semelhante a wakeboards ou snowboards. Normalmente têm 2 alças, mas podem ser usadas com botas de wakeboard ou sandálias. Elas não têm frente ou traseira. Ambos os lados são iguais. Possuem quilhas menores do que as direcionais.
▪ Vantagens: Não precisa fazer o jibe. São mais ágeis para se mudar de direção.
▪ Desvantagens: Em ventos fracos são um pouco mais difíceis de orçar.

DESCRIÇÃO DAS PARTES DAS PRANCHAS
▪ Bordas - Laterais da prancha. Podem ser finas/grossas, altas/baixas, redondas/afiadas.
▪ Bico - Parte frontal da prancha
▪ Rabeta - Parte posterior da prancha
▪ Quilhas - Aletas que dão equilíbrio e estabilidade
▪ Alças - Encaixes para os pés
▪ Deck - Parte superior da prancha
▪ Rocker - Curvatura longitudinal da prancha
▪ Concave - Curvatura transversal do fundo
▪ Distribuição de volume - Espessura em cada ponto ao longo do comprimento.

Mas atenção – todo o cuidado é pouco. O kitesurf é um esporte que pode ser perigoso se não for praticado de maneira adequada. O primeiro passo é, sem dúvida, fazer um curso com um instrutor profissional em uma escola adequada. Não dá para começar a praticar o kite sem ter uma noção mínima de direção e força do vento. É condição fundamental saber nadar.

 


REGRAS

Regras de preferência de passagem:

A regra no mar é clara: as embarcações com melhor manobrabilidade são obrigadas a desviar das embarcações que não manobram tão facilmente. Isso faz com que o kite tenha que desviar de quase tudo no mar, com exceção de lanchas e jet skis. Mas, e em relação aos outros kitesurfers?
- quem tem a mão direita no sentido do velejo tem a preferência;
- em função de ser difícil passar a arrebentação, quem está entrando na água tem preferência sobre quem está velejando em direção à areia, mesmo se estiver com a mão esquerda no sentido do velejo;
- quem estiver ultrapassando deve arribar e abaixar o seu kite, enquanto que quem estiver sendo ultrapassado devo subir o kite;
- quem salta perde a preferência, além de ter a obrigação de cuidar para não cair em cima de alguém;
- os kitesurfers que forem pousar devem ceder a vez àqueles que forem decolar;
- quem estiver a sotavento (lado para onde vai o vento) tem preferência sobre quem estiver a barlavento (lado de onde sopra o vento);
- na modalidade Wave, o atleta que estiver surfando uma onda tem preferência de passagem.


DICAS de SEGURANÇA

Conheça bem o sistema de segurança de seu equipamento. Saiba usar o "eject".
Respeite as regras de seguranças e os banhistas.
Para aprender a velejar procure un instrutor. Devem ser aletas experientes ou professores de educação física.
Nunca tente aprender a velejar de Kitesurf sozinho.
Lave seu equipamento com agua e deixe secar na sombra.
Jamais deixe seu kite solto na praia (jogue areia em cima)
Sempre monte e revise as linhas antes de decolar um kite.
Respeite seus limites
De manutenção preventiva nos seus equipamentos
Revise o comprimento das linhas periodicamente
Em vento terral, não veleje.
Seja cordial com todos os outros velejadores, o mar é grande e tem espaço para todos.
Sempre ajude outro velejador em dificuldades.

 

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